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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Treinamento com o Guizinho para pessoas leigas pode salvar vida

Congresso médico ensinará os participantes a salvar vidas
As chances de sobrevivência são quatro vezes maiores quando o infartado está perto de alguém que seja capaz de realizar massagem cardíaca

Doenças cardiovasculares são a principal causa de mortes no Brasil. O país registra cerca de 350 mil óbitos por infarto todos os anos, e metade das vítimas falece em até uma hora a partir da manifestação dos primeiros sintomas.

O infarto agudo do miocárdio é a primeira causa de mortes no Brasil, conforme dados do SUS (DataSus). A SOCESP (Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo) aponta que, em média, uma morte ocorre a cada minuto e meio.

Convicta de que o conhecimento correto pode salvar vidas, a entidade realizará o maior mutirão de treinamento em ressuscitarão cardiopulmonar (RCP) no Brasil. Aproximadamente 5 mil pessoas participarão da ação que acontece durante o 37º Congresso de Cardiologia da SOCESP, nos dias 26, 27 e 28 de maio, no Transamérica Expo Center.

Qualquer pessoa pode inscrever-se e participar gratuitamente do treinamento, que ocorre no dia 28 de maio, das 12h30 às 14h. A inscrição pode ser realizada no link: http://www.treinamentoemmassa.com.br/site/2016.html.

Os participantes serão conduzidos ao “Pavilhão A”, onde assistirão a vídeos sobre saúde do coração e orientações médicas sobre prevenção e depois participarão do treinamento. O treinamento (RCP) é prático e será realizado no “boneco Guizinho”.

Ao falar a respeito da importância do treinamento para salvar vidas, Agnaldo Píspico, cardiologista e diretor do Centro de Emergências da SOCESP, argumenta que perde-se 10% de chance de vida a cada minuto que o serviço de emergência com o desfibrilador demora a chegar. O médico ressalta que o treinamento é um grande aliado na preservação do maior bem que um ser humano possui, a vida.


Sobre o Guizinho
Os bonecos usualmente empregados em treinamentos como custam caro – cerca de 150 dólares cada um – e podem ser usados até seis vezes, no máximo. Para viabilizar treinamentos amplos, foi necessário buscar alternativa econômica e eficiente.
Tal solução atende pelo nome de “Guizinho”, um boneco feito com uma garrafa pet tampada e cheia de ar – cuja pressão fica idêntica ao do tórax humano –, juntamente com outros materiais reciclados usados para encher a camiseta velha com extremidades grampeadas, que serve de invólucro ao “corpo” do boneco.
Testes realizados com 200 estudantes em uma escola de Araras (SP) mostraram que o treino feito com o boneco “Guizinho” é  tão 40% eficaz quanto aquele realizado com os tradicionais manequins importados. O nome do boneco homenageia seu idealizador, o médico cardiologista Agnaldo Píspico, cardiologista da SOCESP.
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