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terça-feira, 20 de junho de 2017

A fase da birra exige paciência e clareza dos pais


Muitos pais já se perguntaram o que devem fazer quando as crianças entram na fase da birra, pois um “não”, muitas vezes, é motivo para choro, esperneio e explosões de raiva.

De acordo com a Life Coach Luciane Cadan, na faixa etária de 1 a 3 anos, as crianças começam a manifestar suas próprias vontades, e a birra é vista como uma forma de expressão que possui justificativa.

“Geralmente as crianças querem chamar atenção, estão com algum desconforto físico, ou também frustradas com algo”, explica a Coach. Ela ainda ressalta que as crianças nessa idade não possuem maturidade para lidar com os sentimentos insatisfatórios e projetam isso como sabem: fazendo birra.

Muitos pais querem um manual de instruções de como lidar com a birra, porém, segundo Luciane é preciso ter paciência nessas situações. “A firmeza da palavra também é essencial. Se os pais voltarem atrás e cederem aos desejos da criança, ela sempre achará que a birra faz o efeito esperado e isso se tornará um ciclo vicioso”, diz a Coach.

Explicar o motivo do “não” olhando nos olhos faz muita diferença. Para a Coach, a conversa afetuosa trará mais resultados do que se os pais, por exemplo, começarem a gritar com o filho. A criança reflete as ações dos adultos, sejam eles, pais, mães, tutores, avós e etc.

Há também aquelas cenas de birras onde o diálogo não consegue ser eficaz no primeiro momento. Luciane propõe deixar a criança em seu espaço, ou seja, ignorar até ela entender que aquilo não trará a resposta que ela deseja. “Diga verdade, seja honesto e explique-a com uma linguagem com que ela entenda”, fundamenta.

No entanto, as birras persistentes devem ser acalmadas com o contato físico. Os pais podem falar com os filhos de maneira tranquila, abraçando ou até mesmo pegando no colo, mas sem render suas vontades.

A fase da birra passa, relata a Coach, porém vale entender que a maneira como se lida com ela que fará diferença no futuro das crianças.
Leia e sempre que possível deixe seu comentário. Obrigado Marcelo Editor e jornalista - MTb 16.539 SP/SP
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