jornaldesaude.com.br: Médico esquece de colocar vírgula em receita, e menino morre ao receber dose de medicação 10 vezes maior

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Bhte, segunda-feira, 24/11/2025 às 8h36 - primeira-edição

Aqui no Brasil, os médicos, leia-se, CFM - Conselho Federal de Medicina, foi contra e proibiu, que os Farmacèuticos, com pós-graduação em prescrição, que não façam a prescriação em hospitais, clínicas. Nem em nível técnico. Portanto, a enfermeira que não é treinada ou o tempo é curto, raso que não oferece, que se cumpra, protocolo, de verificação e confirmação e identificação de aplicação. Apenas deve receber um nome, sem identificação de leitura ágil e depois vai para outro setor que recebe no mesmo nível e pode ainda ir para outro setor para a aplicação. Isso tudo quer dizer, que o paciente, não mais uma pessoa, é um nome, sem idade, sem nada. E, o enfermeiro pega a injeção e aplica e vira as costas e carrinho e vai para outra aplicação, às vezes, ao lado. O efeito deve demorar 15 minutos, 30 ou 60 minutos.

Isso quando o erro é este e não da prescrição, descabida, exdrúxula do médico, sem conhecimento do paciente, se ele é criança, adulto ou idoso, onde guarda-se na ciência médica, instância e diferenças, desde o sistema imunológico, até mesmo constituição fisica e debilitade pela doenças e convalescença. Erro em medicina vai sempre ocorrer. Mas, é inadmissível quando se pode evitar, controlar, prever e mesmo assin, ocorre, fere, a ética, a virtude, e ataca o direito a vida.


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