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domingo, 8 de maio de 2016

Cultura de inflação favorece a miséria, doenças e a políticos que sempre terão eleitores

A política de preços sempre foi a espinha de qualquer empresa, pequena até as grandes. No Brasil, propositalmente, produtor e comerciante, lucram descaradamente com essa manipulação e não seguem nenhuma cartilha e riem de pensadores como Peter Drucker que aponta como suicídio empresarial, o aumento sistemático dos produtos em relação ao acompanhamento da inflação que pode flutua, mas como é inflação sempre sobe. O comerciante nunca abaixo seu preço e assim se o produtor não lançar nenhum tipo de promoção, desonerar o preço na flutuação para baixo. O produto tende a não ter mais consumo, gradativamente cai seu consumo até mesmo desaparecer do mercado.

No Brasil desde o chuchu até mesmo a cachaça o comerciante inflaciona, é impiedoso. No entanto, se seguisse a inflação do ano, mensal, as coisas se arranjariam, não segue. O governo que manda em tudo e quer participar de tudo; não tem Política de preços, que oriente o produtor e o comércio e tampouco organismos eficazes que coibam de alguma forma através de critérios de qualidade, quantidade, higiene e limpeza, enfim apenas multa e sem eficácia, pois a fiscalização é escassa e a efetividade da multa não se conclui, os grandes empresários já mantém um corpo de advogados, escritórios com juristas e mais de dezena de profissionais; para recorrer e não pagar as multas, muitas onerosas, gigantescas. Este critério não tem sido eficaz no país.

Quando a dona de casa ou marido vão à feira e percebem a oscilação de preços, o feirante sempre fala e se desculpa, é a entresafra, ou seja, a sazonalidade do produto, choveu muito, não choveu, a exportação aumentou. Quando o reajuste é dentro da inflação o cliente leva o produto ressabiado, sabe que este aumento será em todos os produtos, portanto ele vai comprar 10% menos de alimento naquele mês, dia ou ano. O salário, é o pensamento imediato, não subiu estes 10% e vem a dúvida sobre o governo e o país.


Quando o cliente vê na proporção de preço de R$ 1.50 o proprietário aplicar um reajuste de R$ 0,50 33,% por cento de reajuste, sem que no futuro essa valor volte para outro patamar, o cliente começa a ficar preocupado e o pensamento é de corte imediato do consumo, principalmente pelo abuso ou até mesmo do desuso da Política de preços. Pode vir muitas justificativas, mudança de fornecedor, qualidade do produto, diversas, no entanto o cliente, até então estava satisfeito com o preço e consumia. Com isso a concorrência ganha preço, ou seja, muitos em torno podem não pensar da mesma forma, não formar o famoso cartel, que é crime previsto na Constituição, quando vários produtores nacional e estrageiro, ou comerciantes, combinam e sustentam um preço, que pode ser para baixo o draw back ou para cima, o para baixo pode quebrar várias empresas concorrentes e para cima dependendo do produto favorecer lucros enormes, estratosféricos, por isso tipifica crime.

Tudo isso é para evidenciar que o Brasil não dá certo devido a este simples ingrediente, o bolo brasileiro não cresce, não desenvolve, devido a Cultura da inflação, onde produtor e comerciante repassa tudo para o consumidor, como se o consumidor tivesse a obrigação de pagar, aqui no país, julga-se assim e a Polícia Militar e outros aparatos de repressão agem de maneira a coercer, de amarfanhar os reclames, os movimentos de donas de casa, de trabalhadores com muito cassetete e com muito, gás de pimenta e efeito moral. Em outros países os jatos de água. No Brasil já importou esse time de repressão. É mais fácil sustentar a Cultura inflacionária do que promover a oferta e procura, o trabalho e o preço justo para o produto. Óbvio, o governo é um dos maiores beneficiários, com a inflação aumenta o desemprego, a pobreza, as doenças e a miséria. Assim políticos que ficaram ricos, que são corruptos se perpetuam no poder, pois em cada eleição vão ter o exército de famintos, doentes e desempregados que vão votar neles e se reempregar alguns e sarar outros em detrimento de outros que vão para o inferno.

Marcelo dos Santos - jornalista


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