jornaldesaude.com.br: Morre paciente que estava internada há 18 dias com intoxicação por metanol em MT
Morre paciente que estava internada há 18 dias com intoxicação por metanol em MT
As cachaças ou destilados precisam ter lastro e responsabilização não podem continuar matando, paulatinamente, as pessoas
Infelizmente, a memória e curta, ou, fraca e precisa-se de fatos chocantes como este para que alguns se responsabilizem. Os destilados, atualmente, no Brasil, até mesmo a cachaça, essa que chamam da Roça, e em algum estabelecimentos, ou botecos, ao menos de Belo Horizonte, vendem ao preço de cachaça de qualidade e pura. Todavia, isso é o menos. A produção descambou a um ponto que se fizer a pergunta, não obterá a resposta. Como é que estes contrabandistas de destilados, cachaça, álcool, wiskye, conhaque, vodka, entre outros, vinhos... Conseguem a sua matéria prima. O álcool, a bebida alcóolica, em si, é DROGA, como a maconha, cocaína, lsd, haxiche e todas as porcarias que puder imaginar. Não se pode nunca ser comparada com os fármacos. Porque estes são drogas e prejudiciais a saúde, mas se tiver acompanhamento médico decente, o usuário, pode "Desmamar" e ficar livre do vício. Estamos perdendo vidas, muitos se suicidam todos os dias ao tomar uma dose ou várias de cachaça nos botecos, qumica pura e da pio qualidade, ninguém sabe de onde saem o galões de cachaça que despecham nos bares e restaurantes do Brasil, não tem selo de qualidade, não tem cnpj, não tem endereço fixo e celular, sac, nada de nada, somente o selo da morte, paulatina, ou imediato como foi o episódio de vários envenenados de matanol. E, os suícidas anônimos da cachaça, são um dos que mais dão problema na Rede Pública de Assistência Médica a Saúde, UPAs, Centros e Postos de Saúde. As internações por convulsões, choque etílico e outros, como ataques cardíacos, são muito graves para o SUS - Sistema Único de Saúde que deveria começar a pensar em Prevenção e com isso rastrear estes fornecimentos ilegais de cachaça que precisa ter lastro, responsabilizção.

Comentários