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segunda-feira, 10 de julho de 2017

No Brasil, a impunidade, traz a violência, a solução pleno emprego, para não perder, os carros, os filhos, os "anéis"


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A impunidade jurídica no Brasil continua a todo vapor ou a jato, melhor, a população está dando "seu jeitinho" e as autoridades impotentes e sem análise não propõe nada. De universo de 14 milhões de desempregados se 1% se inclinar para a vida desonesta quantos furtos, assaltos e outros tipos de crimes vão acontecer no país, uns 140 mil crimes, é muito e sem a polícia e as prisões estarem preparadas. Ao contrário, colocam e nem prende marginais procurados e que a polícia sabe onde está.

Inacreditável isso. No Brasil, atualmente, não  há Reformatórios para menor ou Educandário para menores infratores, não há carceragem ou cadeias para o número de presos. Então o batedor de carteiras que antes ficava no mínimo dois anos preso e aprendia uma profissão é solto horas depois. Até mesmo assassinos, acidentes de trânsito graves e outros crimes como os de narcotráfico. Todos estão insustentavelmente impunes e a sociedade paga alto preço, seu celular novinho e caro cuja prestação ainda toma parte do salário pequeno e suado. As casas arrombadas, o carro tão sonhado, a moto, que vai tirar o sono durante uns 60 meses, nas mãos de ladrões e do desmanches, que o mais engraçado, pelo menos aqui em BH/MG, não são fechados e funcionam impunemente, principalmente os chamados ferros velhos que compram partes, que compram estepes, cobre de fiações de casa e da iluminação pública. Afora os crimes contra a natureza provocado pela queima de fios.

A impunidade virou vocabulário de policiais e população e a convivência com marginais que antes era obrigatória nos morros e favelas agora descer o asfalto e está em quase todos os bairros existe a comunidade do Crack e consequentemente uma "bocada" de fumo e de cocaína, com armas e todo o tipo de crime que se possa imaginar.

Todos sabem que jovens em formação são captados pelo crime com promessas de dinheiro, drogas, mulheres e roupas e tênis de marcas. Enfim, a vida que a televisão promete e faz sonhar marmanjos e crianças. Como também que é preciso educar esses jovens de um jeito familiar ou não familiar. Portanto, é preciso prender estes jovens infratores e tentar educá-los. Mesmo a famigerada FEBEM funcionou enquanto interessou à ditadura militar. Muito s que passaram pela FEBEM falam bem do período e agradecem pois caso contrário seriam bandidos mesmo ou estariam mortos. A democracia falha e aguarda o quê para recomeçar essa prestação de serviços de extensão familiar, educar os filhos infratores, muitos pais vão agradecer e lutar junto com a administração pública. 

O estatuto do menor, é excelente, mas não educa, possui apenas direitos. O jovem é criado com a autoridade dos pais, quando cresce e sabe que pode ficar impune, que pode roubar, matar e que não será preso, a coisa vira circo. O próprio marginal que alija o menor faz propaganda com o Estatuto do Menor debaixo do braço, a bíblia, olha você vai ganhar para dizer que arma é sua, que quem roubou foi você e até mesmo assassinato, nosso jurídico, se tiver mesmo, vai lá depois e tira você, menor. A maioria é esquecida a própria sorte e a impunidade do Estatuto que vai matar o futuro como já matou a esperança de vida melhor.

Para encerrar, a IMPUNIDADE, traz a tira colo, a VIOLÊNCIA, todo bravo, precisa mostrar que mal, então bater nas pessoas, dar tiros, espancar torna-se cartão de visita, o candidato a criminoso e futuro chefe de narcotraficantes e assaltantes. Portanto, o desarmamento, a prisão, a reeducação de menores e maiores, construção de prisões que possam virar hospitais, centro culturais. Hoje é necessário urgentemente. Mas, primeiro o reemprego urgente, saiu de um lugar emprego rápido. Isso está nas mãos dos indústrias nacionais e internacionais, o agro negócio e outros segmentos da sociedade, perder os anéis, dando emprego, para não perder os dedos, os filhos, seus carros.

Marcelo dos Santos - jornalista - MTb 16.539 SP/SP
Leia e sempre que possível deixe seu comentário. Obrigado Marcelo Editor e jornalista - MTb 16.539 SP/SP
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