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Marcelo
Editor e jornalista - MTb 16.539 SP/SP

Belo Horizonte, 26 de junho 2024 às 11h12- 1a. edição |
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Gilmar Mendes rebate Pacheco e nega ‘invasão de competência’ em decisão do STF sobre maconhaO Presidente do Senado, Pacheco, perdeu excelente oportunidade de ganhar votos, se ficasse calado ou pedisse de fato, com minuta ou misissiva, que o Congresso apreciace a votação e a Lei já em vigor sobre as drogas em geral. É o maior prejuízo e problema para a Saúde Pública no Brasil, depois do acidente de trânsito em rodovias, a droga deve até ganhar, preciso de estatísticas do IBGE do último Censo para verificar isso. Todo drogado rico ou pobre, este, principalmente cai na Rede de Saúde Pública, SUS - Sistema Único de Saúde, Postos de Saúde, internações, ambulância-SAMU, medicação e acompanhamento psicológico e psiquiátrico. Isso custa tão caro que a Saúde não consegue nunca solucionar e equacionar essa fatura. Afora isso as indústrias que fornecem insumos para o narcotraficante produzir, mudas de maconha, cultivo, colheita e amarzenamento, sonegam impostos indiretos e diretos. Se aparecer muito a fiscalização pode investigar e multar e até sentenciar e prender. O narcotraficante que ganha bilhões com a venda de drogas não paga um centavo de imposto, não contribui com o INSS. Enfim, todo tipo de mazelas recaem em cima do Estado, do Ministério da Saúde, e no Erário Público. O Congresso está levando um puxa de orelhas do Judiciário que lhe chama a competência para votar Lei com ciência, pesquisa, olhando o Erário Público e o bem estar dos drogados. No aspecto saúde o rombo é imenso. No Judiciário faça a conta quanto custa prender um adolescente com cigarro de maconha, um grama de cocaína, ou uma pedra de crack, a Lei comenta que não pode ser preso, mas estes são presos para averiguação de furto, roubo, homicídio e indiretamente pela droga, a PM e PCs não aceita. Nessa conta são 4 policiais, escrivão, delegado, advogado do Estado, juiz de direito que pela lei sempre libera o adolescente, e o promotor que quase sempre, invariavelmente para custear essa cadeia do Estado, pede a fiança e não merreca, é de dois mil reais para cima. Essa fiança não cobre o gasto de repressão ao usuátia e nem penaliza o beneficiário nessa cadeia lucrativa das drogas, o empresário do tráfico, que às vezes, é uma cidadão honrado, que vai a missa ou culto todos os domingos e ama demasiadamente sua família. Senhor Senador Pacheco, a época do tijolinho para fazer discuso político acabou, vamos trabalhar com objetividade em prol do País e larga de campanha política e policagem, administre o País. | |
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